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O mecânico itajaiense Alfredo Moser, 50 anos, descobriu uma forma de economizar 30% de energia na oficina. Ele substituiu as lâmpadas convencionais por garrafas plásticas transparentes com água potável, que são instaladas no teto com uma parte no lado externo para captação de raios solares.
O projeto acabou dando tão certo que Moser ganhou projeção nacional. Depois de instalar as garrafas no teto da oficina, chamou a imprensa e mostrou o resultado. Não deu outra. O assunto virou tema de reportagem no Jornal Nacional. Mas não foi só a imprensa nacional que reconheceu a importância da descoberta de Moser. Este é um invento dedicado à pobreza. Depois da divulgação nacional, Moser recebeu pedidos da descoberta para instalação em Brasília e também Mato Grosso. O sistema de iluminação de Moser pode substituir telhas de fibra em ambientes onde a luz precisa ficar acesa durante todo o dia. Também em àreas que normalmente não se usa luz como o sótão. Desde bem instalado, garante Moser, poderá iluminar o trabalho de limpeza de uma caixa d´água ou na fiação de energia, sem precisar recorrer a outro modelo de iluminação. Estudos realizados indicam que a lâmpada descoberta por Moser corresponde a uma fluorescente de 40 watts. O inventor espera agora patentear a descoberta e encontrar uma alternativa para utilizar a descoberta em lajes. Para colocar a garrafa em telhas de amianto, basta fazer um corte e instalar a garrafa fixando depois com massa plástica. Em telhas de barro é preciso fazer uma estrutura de zinco para fixar a peça. Numa peça de 48 metros quadrados, por exemplo, são nescessárias 12 garrafas. A água, por sua vez, não pode ter nenhuma impureza. "Quando as condições da água não são as mais adequadas, deve-se purifica-la com água sanitária", recomenda. Fonte:
Construa
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