Política da Qualidade
Gerenciar e executar obras com qualidade e eficácia, buscando a satisfação dos clientes e a melhoria contínua dos processos de gestão.




Usuários cadastrados
Apelido:
Senha:
[Esqueci minha senha]
 


Construtora Mestra Ltda.
Rua General Osório, 1628
Bairro da Velha
Blumenau - SC
89041-000
Telefone: (47) 3231-1000




 

Construção deve crescer 4,6% em 2005

O produto da construção deverá apresentar uma elevação de 6,8% em 2004, em comparação a 2003. Para 2005, a expectativa é de um crescimento de 4,6%, sobre o desempenho de 2004. As estimativas foram apresentadas na quarta-feira (8 de dezembro), em um painel na sede do SindusCon-SP, conduzido pelo presidente da entidade, João Claudio Robusti, com exposições do vice-presidente de Economia do sindicato, Eduardo Zaidan, e das economistas da GVconsult Ana Maria Castelo e Maria Antonieta Del Tedesco Lins.

Segundo o presidente do SindusCon-SP, caso se confirme, o aumento de 6,8% em 2004 deverá recuperar o setor da queda de 5,2%, registrada em 2003. "Mesmo assim, essa recuperação ainda não chegou à grande maioria das pequenas e médias construtoras, especialmente nos grandes centros urbanos do Sudeste e do Centro-Oeste, onde o IBGE identificou queda no produto da construção no terceiro trimestre deste ano. No município de São Paulo, por exemplo, o nível de emprego na construção cresceu apenas 1%, de janeiro a setembro", disse Robusti.

O presidente do SindusCon-SP chamou a atenção para a necessidade urgente de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de obras e de desoneração tributária da construção. "As atividades de loteamentos, incorporação e construção de apartamentos para venda continuam sujeitas a 7,6% de Cofins e 1,65% de PIS, o que anula todo o esforço feito pelo governo no primeiro semestre de 2004 para estimular a atividade do setor imobiliário". Para o vice-presidente de Economia, a construção poderia crescer muito mais.

Entretanto, isso não ocorre devido a gargalos. "Precisamos de uma taxa maior de investimento na economia, aumento da eficiência e da eficácia do gasto público, definição de marcos regulatórios, aumento de eficiência na aplicação das leis, desburocratização e desoneração tributária da produção", afirmou Zaidan. A economista Ana Maria Castelo, da GV Consult, apresentou os resultados da 21º Sondagem Nacional da Indústria da Construção, realizada em novembro entre 310 empresários do setor no país. A enquete confirmou que a recuperação de fato não chegou às pequenas empresas e que as expectativas para 2005 arrefeceram em relação ao que se esperava.

Segundo a economista, apesar dos indicadores positivos dos primeiros nove meses do ano (aumento de 6,3% da produção de materiais de construção e de 58% das unidades imobiliárias financiadas pela Poupança), o consumo de cimento cresceu apenas 0,24% em todo o país e caiu 5% em São Paulo no período janeiro-outubro, enquanto o de aço aumentou 21,5%, mostrando que a recuperação de fato não chegou à maioria das pequenas e médias construtoras.

Segundo a professora da FGV Maria Antonieta Del Tedesco Lins, em 2005 dificilmente a economia conseguirá repetir o bom desempenho de 2004. "Os efeitos da elevação dos juros serão sentidos, a apreciação do real terá efeitos sobre a balança comercial, a economia mundial deve apresentar um ritmo mais moderado, os investimentos em infra-estrutura continuam sem um horizonte concreto para acontecer, as reformas estruturais não foram feitas e a redefinição da coalizão política de apoio ao governo deverá trazer reflexos para a política econômica. Com todas essas ressalvas, 2005 ainda deverá registrar crescimento econômico", afirmou.

Fonte: Construmail 1134

Voltar

© Copyright 2009 - Construtora Mestra