Política da Qualidade
Gerenciar e executar obras com qualidade e eficácia, buscando a satisfação dos clientes e a melhoria contínua dos processos de gestão.
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Quando se questiona a qualidade e o desempenho do asfalto nacional, surgem muitas dúvidas e contradições. Entretanto, para uma pavimentação bem-sucedida, as especificações - desde o refinamento, transporte, tratamento em usinas e execução das pistas - devem ser rigorosas.
Hoje, todos os CAP (Cimentos Asfálticos de Petróleo) produzidos nas refinarias da Petrobras devem se enquadrar nas especificações da ANP (Agência Nacional de Petróleo). Uma pesquisa elaborada pela ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias), em parceria com a Imperpav Engenharia, apontou que na maior parte dos casos analisados o CAP sofre oxidação durante a usinagem e, conseqüentemente, prejudica a aplicação e compactação da mistura asfáltica. "O estudo concluiu ainda que algumas usinas, nacionais e estrangeiras, promoviam uma oxidação maior que outras.
Com base nessas informações foi possível elaborar uma proposta para uma nova especificação do ligante betuminoso", avalia Dultevir Vilar de Melo, coordenador do comitê de tecnologia da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias).
Para Leni Figueiredo Mathias Leite, da Petrobras, são muitas as causas que contribuem para deterioração dos revestimentos asfálticos em curto prazo. "A falta de fiscalização e controle dos materiais, da usinagem e da aplicação da mistura betuminosa no pavimento, além do emprego de procedimentos desatualizados para caracterização de agregados e misturas", enumera Leni.
Reportagem de Eliane Quinalia
Leia a matéria completa na Téchne 102 - setembro de 2005